segunda-feira, 10 de setembro de 2012

FESAC - Escola Antônio Carlos

A Feira do Saber da Escola Antônio Carlos, foi um sucesso!
Os alunos apresentaram trabalhos variados sobre o Tema  A Alma do Brasil. Os trabalhos foram divididos em dois blocos - Ensino Fundamental  e Ensino Médio, apreciados, julgados e os vencedores foram:
Ensino Fundamental:
1° lugar: 6° ano
Trabalho : "Centenário de Luiz Gonzaga: A Cultura nordestina"

2° lugar: 8° C
"Povoamento e colonização da Região Sul"

3° lugar: 9° C
"Amazônia: A cura e a beleza"

Ensino Médio

1° lugar: 3° ano B e D
"Fontes alternativas de combustível"

2° lugar: 2° ano C e D
"Música e Matemática"

3° lugar: 2° ano D
"Análise nutricional da alimentação nordestina"
Confiram as fotos no FACEBOOK DA ESCOLA
https://www.facebook.com/eeacarlos




quinta-feira, 6 de setembro de 2012

O uso das Redes Sociais na educação

REDE SOCIAL EDUCATIVA É DESTAQUE EM CONGRESSO DE TECNOLOGIA EM RECIFE

Uso deve ser focado nos assuntos das disciplinas, dizem especialistas.
Não se deve misturar as contas pessoais das destinadas aos estudos.




Rosana Maia acredita nas redes sociais como ferramenta de ensino, mas com alguns limites (Foto: Gabriela Belém, G1 PE)Rosana Maia diz acreditar  nas redes sociais no ensino,
mas com alguns limites (Foto: Gabriela Belém, G1 PE)
Quando se trata de novas alternativas no processo de aprendizagem para agradar a geração pós-Internet, começa a existir um consenso entre os educadores: não adianta ir contra a maré do fenômeno das redes sociais. O assunto, que ainda provoca muita polêmica dentro e fora dos meios digitais, foi tema de palestras e minicursos durante o 10º Congresso Internacional de Tecnologia na Educação, realizado no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda, nesta quarta-feira (5).
No evento, foi apresentada uma rede social totalmente voltada para fins educativos, a Redu, desenvolvida por uma startup recifense incubada no parque tecnólogico do Porto Digital, na capital pernambucana.

"Existe uma necessidade social que não pode ser ignorada pelos educadores. Precisamos adaptá-la para as salas de aula. Os próprios professores não utilizam as redes sociais entre si. Se conseguíssemos incluí-las já no currículo da formação inicial dos docentes, seria ideal. A vida da escola não pode ser separada da nossa vida social. Uma faz parte da outra", opina a sergipana Rosana Cavalcanti Maia Santos, 24 anos, mestranda em Educação para as Ciências e graduada em Física pela Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho (Unesp).
Com a polêmica gerada em razão do "Diário de Classe", elaborado pela estudante Isadora Faber, de 13 anos, que conseguiu, por meio das redes sociais, pressionar o governo para conseguir melhorias importantes em sua escola, desde o final de agosto, o tema foi um dos destaques do evento. O sucesso da iniciativa da aluna, que conseguiu uma reforma de emergência na escola onde estuda e uniu pais, alunos e professores, tem servido de inspiração para crianças, adolescentes e jovens de todas as partes do país.

O grande desafio na utilização das redes sociais para integrar a relação entre alunos e professores ainda é a falta de conhecimento dos próprios educadores e dirigentes das escolas que, em geral, não sabem usar as ferramentas em favor da educação. "O professor não é mais o único detentor da informação. Ele tem de aprender a conviver com isso e precisa ter a noção de que não sabe tudo. É uma área que ainda terá muitos desafios pela frente", diz Rosana.

Bacharel em Física, Maia relatou à reportagem do G1 que, inclusive, já recebeu reprimendas em razão de ter usado a tecnologia para inovar em sala de aula. "A diretora da escola bloqueava o uso que eu fazia de tecnologias com os estudantes, por exemplo. Uma vez quis fazer uma aula interdisciplinar. Apresentei um powerpoint e um vídeo, explicando como era feita a curva num chute de uma partida de futebol, para sete alunos que estavam na recuperação e já não aguentavam mais fazer as mesmas questões. Levei uma bronca por conta disso", afirmou.
Alex Sandro Gomes desaconselha o uso de redes sociais genéricas na aprendizagem (Foto: Gabriela Belém, G1 PE)Alex Sandro Gomes desaconselha o uso de redes sociais
genéricas na aprendizagem (Foto: Gabriela Belém, G1 PE)
A resistência ainda é um empecilho para os que querem inovar --mas a inserção no mundo das redes sociais é um caminho sem volta, segundo o especialista no assunto, Alex Sandro Gomes, Doutor em Ciências da Educação pela Universidade de Paris V, Mestre e Especialista em Psicologia Cognitiva pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e graduado em Engenharia Elétrica também pela UFPE. "Para a escola continuar desenvolvendo o conhecimento das pessoas, terá de se apropriar deste novo artefacto".

"Em primeiro lugar o professor tem de se apropriar da situação. E por que há a adesão nas redes sociais? Porque as pessoas criam grupos. É preciso criar uma relação didática com a comunidade. Ao criar uma rede de relacionamentos, eu posso dispor de material informal antecipadamente que vai ser passado nas próximas aulas. Se eu fizer isso, já crio uma consciência e um novo canal de contato com o aluno. Sem falar que posso permitir que os alunos tragam novos materiais. E posso deixar que eles discutam os temas depois das aulas. Assim, o professor legitima o papel do estudante na aprendizagem", aponta o estudioso.

"Na sala de aula, a comunicação é de um (professor) para muitos (alunos). As redes sociais devem proporcionar formas de comunicação que aproximem professores e alunos. Atualmente, todos precisam, juntos, aprender a aprender. A mediação do professor em redes sociais tem um papel diferente. É possível se trabalhar no foco dos problemas e dúvidas com o monitoramento. Agindo com mais ênfase, por exemplo, no que a turma mais precisa (e de acordo com as notas)".

Dispersão dentro e fora da sala de aula
Em rede sociais genéricas, como o Facebook, o Twitter, o Pinterest e o app Instagram, o especialista desaconselha o uso de materiais das aulas pelo risco da dispersão. "Aconselho o uso de redes sociais como a Redu, totalmente voltada para fins educativos. Quando um aluno usa a sua conta pessoal, do âmbito privado, vai estar se comunicando e compartilhando informações com todas as outras relações dele. Isso gera a dispersão", explica Alex.

Com relação ao excesso de exposição e à falta de privacidade, que podem interferir na relação entre professor e aluno, Maia também concorda que há limites. "Acho que, antes de se criar essa relação, é preciso impor limites e respeito em relação ao professor. Eu faria um perfil exclusivo meu para lidar com os alunos, separando-os da esfera da minha vida pessoal. Se misturar tudo, acredito que fica um pouco complicado. A relação via redes sociais é favorável, mas é preciso ter limites", diz.

Vantagens das redes sociaisConfira algumas das vantagens apontadas pelo professor Alex Sandro Gomes, palestrante do congresso, no uso de redes sociais em sala de aula:

1) As redes sociais educativas permitem que o professor monitore as atividades em sala de aula e acompanhe melhor o rendimento dos alunos, de acordo com as disciplinas que eles estão tendo mais dificuldade ou se dando melhor;

2) As redes sociais educativas permitem ao professor ser o autor do seu planejamento. O professor é um mediador. E a tecnologia tem de permitir que ele seja um autor deste conteúdo também. O docente deve organizar melhor as sequências de aulas e materiais;
3) As redes sociais educativas ajudam no desenvolvimento da autonomia entre os estudantes  (também chamada de auto-regulação). Neste ambiente, o aluno experimenta uma diversidade de situações e precisa aprender que é preciso ter disciplina para exercitar essa autonomia.
 Disponível em:
http://g1.globo.com/pernambuco/vestibular-e-educacao/noticia/2012/09/rede-social-educativa-e-destaque-em-congresso-de-tecnologia-no-recife.html, acesso em 06 de setembro de 2012

domingo, 2 de setembro de 2012

Boa dica !!!

Games em Educação: como os nativos digitais aprendem
João Mattar


Você já pensou em ensinar história com um game como o Age of Empires? E geografia com Carmen San Diego? Aliás, você usa games na educação? Se você já chegou nessa fase, este livro é uma excelente oportunidade de aprofundar seu conhecimento sobre o assunto. Se não, o que está esperando para ler Games em educação? Aperte o start! Comece!

Com esta obra de João Mattar, você vai aprender a aproveitar os recursos de vários jogos em benefício do processo de ensino/aprendizagem. Além disso, vai conhecer o estilo de aprendizagem dos nativos digitais e descobrir como utilizar e criar games educacionais.
 

Destinado a professores e gestores das mais diversas áreas, bem como a profissionais envolvidos com ensino corporativo, este livro deixa claro que, quando o assunto é educação, não há game over.
Disponível em 
 http://eadfa2.blogspot.com.br/p/lancamentos.html , acesso em 02 de setembro de 2012

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Análise dos Programas Educacionais do Linux


Atividade desenvolvida no curso: “ Informática aplicada à Educação”, promovida pela SRE de Juiz de Fora, 2º módulo – 11 de julho de 2012

Análise dos Programas educacionais do Linux


Neste post vou divulgar dois programas do Linux muito interessantes para se trabalhar 
com as crianças do Ensino Fundamental:

Série Educacional G Compris 




Como encontrar:


Menu/ programas educacionais/ Multidisciplinar/ série educacional G Compris



Se constitui numa coleção de jogos educacionais que oferece atividades para crianças a partir de 2 anos, numa perspectiva multidisciplinar. Principais características observadas:
- Grande variedade de atividades;
  • Atividades de geometria para (1º e 2º ano – Ensino Fundamental)
  • Atividades envolvendo Sistema Monetário (2º e 3º ano - Ensino Fundamental)
  • Cálculos simples de adição ( 1º e 2º ano - Ensino Fundamental)
  • Atividades de arte ( desenho, linhas, cores) 1º ao 3º ano Ensino Fundamental
  • Jogo da memória associação de palavras e na área de matemática relação número e quantidade. - 1º ao 3º ano Ensino Fundamental
  • Atividades que possibilitam o trabalho com levantamento de hipóteses encontrar um determinado número segundo a orientação proposta.( 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental)

TuxMath
 Como encontrar:

Menu/ programas educacionais / jogos / jogos para crianças/ TuxMath

Jogo baseado em cálculos matemáticos seguindo uma graduação de dificuldades:
    • Adição de 1 a 3
    • Adição de 0 a 5
    • soma até 10, 15 20
    • Adição com números de 2 dígitos
    • Subtração de 0 a 10
    • Subtração de 0 a 20
    • Subtração com números de 2 dígitos
    • Revisão de adição e subtração
    • atividades de multiplicação a partir de 1 a 3 até multiplicação e divisão de números positivos e negativos.
  Nesse jogo a criança deve digitar o valor do cálculo proposto pelo jogo. A medida que ela acerta os cálculos de cada etapa , ela passa de fase o que proporciona a graduação da dificuldades dos cálculos.

As atividades descritas podem ser trabalhadas desde os anos iniciais do Ensino fundamental até os anos finais deste segmento, enriquecendo as aulas de forma lúdica e interativa, auxiliando na fixação de conceitos trabalhados em sala de aula.


terça-feira, 10 de julho de 2012

Blog como recurso pedagógico

    Como parte das tarefas do Curso Informática aplicada à educação, oferecido pela   SRE de Juiz de Fora, a   leitura do texto:" Blogs: um recurso e uma estratégia pedagógica" de Maria João Gomes,  nos permite uma reflexão sobre as possibilidades que o trabalho com Blog, que  pode oferecer ao professor e ao aluno,  mais um recurso pedagógico que pode favorecer a aprendizagem.

   Através do blog, o professor pode oferecer a seus alunos conteúdos referentes à disciplina que ministra, de forma dinâmica , interativa e atualizada. O blog oferece a possibilidade de se tornar um portifólio, onde se pode registrar as atividades desenvolvidas na turma, ou até mesmo, se tornar  um espaço de debates quando oportuniza ao leitor, o recurso de comentar as postagens, favorecendo  a interação e a participação de quem posta os textos com que lê. 

    Além das possibilidades  apontadas , é importante ressaltar   que, as postagens do blog podem ser divulgadas em outras redes sociais, ampliando o acesso ao conhecimento e às informações.

     É importante que o professor utilize esse recurso procurando se envolver e interagir com os alunos, aproveitando tópicos dos conteúdos ministrados para esclarecer dúvidas e orientar os estudos.


Relato de atividade

A partir do Projeto Interdisciplinar : A Alma do Brasil, já citado neste Blog,  a professora de Língua Portuguesa Márcia Valéria, está orientando os alunos do 6º ano que estão se preparando para a FESAC em setembro.  A professora está realizando com os alunos  pesquisas referentes à região nordeste, principalmente nos aspectos literários enfocando a literatura de Cordel. As pesquisas estão sendo realziadas na biblioteca e no laboratório de Informática da escola.

"Literatura de Cordel é uma modalidade impressa de poesia, original do Nordeste do Brasil, que já foi muito estigmatizada mas hoje em dia é bem aceita e respeitada, tendo, inclusive, uma Academia Brasileira de Literatura de Cordel. Devido ao linguajar despreocupado, regionalizado e informal utilizado para a composição dos textos essa modalidade de literatura nem sempre foi respeitada, e já houve até quem declarasse a morte do cordel, mas ainda não foi dessa vez."
http://www.infoescola.com/literatura/literatura-de-cordel/

A partir da pesquisa e da análise desse tipo de literatura, a professora pretende orientar seus alunos na construção de histórias e ou livretos a explorando a criatividade  das crianças.
A produção dos alunos está sendo arquivada nas máquinas do laboratório. Quando os textos estiverem prontos serão impressos para a montagem dos livrinhos.




Projeto Interdisciplinar: A Alma do Brasil

Como parte das atividades propostas no Curso Informática aplicada à educação, promovido pela SRE de Juiz de Fora um Projeto Interdisciplinar está sendo desenvolvido na Escola Estadual Antônio Carlos. O projeto faz parte do GDP Clube do Saber, que tem por objetivo principal desenvolver uma Feira Cultural anualmente na escola.



Projeto Interdiciplinar : A Alma do Brasil
1 - Justificativa
Nossa Escola realiza anualmente a FESAC , Feira do Saber da Escola Antônio Carlos e neste ano o tema é a Alma do Brasil. Cada turma deve trabalhar aspectos variados de cada região brasileira dentro de uma proposta Interdisciplinar.
Os trabalhos desenvolvidos  serão apresentados em uma grande feira no mês de setembro.

2- Objetivos:

- Oportunizar o trabalho interdisciplinar  visando a ampliação do conhecimento de aspectos, sociais, culturais, geográficos e políticos de cada região do Brasil;

- Utilizar os recursos tecnológicos viabilizar a pesquisa dos aspectos de aspectos, sociais, culturais, geográficos e políticos de cada região do Brasil;

3 – Duração: Julho a Setembro de 2012

4 - Turmas envolvidas: 6º ao 8º ano do Ensino Fundamental - turno da tarde

5– Desenvolvimento:

    Cada turma do 6º ao 8º ano escolherá uma região do Brasil para pesquisar e desenvolver seus trabalhos.

·         Os alunos de cada turma vão se organizar em grupos de 10 e  deverão estabelecer , quais aspectos vão ser abordados  para a apresentação. Posteriormente, deverão escolher um professor de acordo com o assunto a ser abordado e com a disciplina:

·      Língua Portuguesa:  literatura regional, músicas, personagens ilustres.
·  Matemática:  apresentação de gráficos, tabelas de acordo com algum dos aspectos abordados  nas outras disciplinas
·      Geografia: dados demográficos , sociais e políticos.
·      História: acontecimentos históricos de cada região.
·      Ciências: fauna, flora tipos de vegetação etc.
·      Arte: Danças, apresentações artísticas  e musicais
·      Inglês: influência de palavras em inglês na cultura ou no cotidiano regional

O grupo de de alunos deverá pesquisar e elaborar o trabalho que será apresentado na Feira.


6 - Avaliação:

           O desenvolvimento das pesquisas, o envolvimento dos alunos na realização dos trabalhos que serão apresentados na FESAC, serão considerados na avaliação.
            No dia da Feira, juízes convidados pela direção da escola, avaliam  os trabalhos apresentados a partir de uma ficha  que analisa a produção, a criatividade e o empenho dos alunos na apresentação. Todos esses critérios também são considerados pelos professores na distribuição de pontos do Bimestre.

7 - Referências:

Referências Bibliográficas:
SILVA, P.S. Os projetos de trabalho na escola. Módulos de estudo do programa de desenvolvimento profissional de educadores (PDP - SEE-MG). Belo Horizonte, 2009.
WANDERLEY, Eliane C. (1999) Feiras de Ciências enquanto espaço pedagógico para aprendizagens múltiplas. Dissertação de mestrado, CEFET-MG, Belo Horizonte, 1999